um dia atrás do outro

sexta-feira, setembro 3

tou triste

não sei da minha pulguentinha... :( ela costumava sair de casa de manhã, andava à solta e à vontade o dia todo, e quando a chamávamos ou - mais não fosse - à noite, voltava. um dia saiu de casa e não a vi mais. deixou o tapete onde se enrolava mais vazio que nunca, e cada vez que olho para o saco do corta-relva-come-sapos_slash_rãs onde costumava dormir as sestas sinto que não há mais esperança.. será que fugiu? toda a gente a tratava bem, não deve ter sido. foi atropelada? perto de minha casa, pelo menos, não foi. será que alguém ficou com ela? talvez. e mesmo que não tenha sido assim, e se a minúscula não voltar, é nisso que prefiro acreditar.. que alguém encontrou um bonito gato siamês de rabo contorcido e lhe deu uma casa nova. eu cá vou continuar a sentir o coração a arrastar-se pelo chão cada vez que olhar para o comedouro ainda com água e comida, numa vaga esperança que volte para casa um dia, qual D. Sebastião.. :'(

e como se não chegasse, o meu Atum deve estar para morrer, que ele não come e mal se mexe.

bolas.

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